Quem faz a fama alheia é você, ou pelo menos em parte…

Para alguém ser famoso, pessoas têm que gostar desse alguém. O que faz alguém ser influenciador é, além de diversos outros aspectos, as pessoas deixarem ser influenciadas. Porém é nesse pequeno detalhe que creio que os marqueteiros e cientistas sociais têm errado. Para se influenciar alguém, sua visão deve estar voltada mais para o influenciado do que para o influenciador.
Duncan Watts e Peter Dodds concluíram em um trabalho que muitas vezes o influenciador é um “influenciador acidental”, ou seja, não é ninguém especial. Eles também concluíram que para haver uma influência, precisa haver uma rede. Assim como um incêndio na floresta precisa de combinação entre vento, umidade, temperatura, etc, um “contágio social” precisa de diversas combinações. E em ambos, o causador não tem nada de especial. Seria risível dizer que a faísca que causou um incêndio na floresta tinha algo de especial.
Disso aqui, tiro pelo menos duas lições: um pouquinho sobre como funciona a influência e, o mais importante para a maioria das pessoas, nós somos culpados, pelo menos em parte, por aquilo que faz sucesso.

PS: Baseado no livro Tudo é óbvio, desde que você saiba a resposta, de Duncan J. Watts.

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