Saídas para a crise econômica

Muito se tem falado sobre as saídas para a crise econômica atual. É possível pensarmos em outras formas organizacionais, como aconteceu na Europa durante o século XX. Podemos deixar um cara carismático instalar um governo totalitário, decidirmos pelo socialismo, “resolver” segundo as leis de mercado atuais, criar um novo sistema político, econômico e social, etc. Mas a proposta de saída que quero deixar não é ligada ao Estado, mas às pessoas.
A economia é, segundo o FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo), “[…] a ciência social que estuda a produção, distribuição e consumo de bens e serviços. Ela estuda as formas de comportamento humano resultantes da relação entre as necessidades dos homens e os recursos disponíveis para satisfazê-las.” Como se vê – e é óbvio – a economia é intimamente ligada às pessoas. Com isso em mente, por que não melhorar a economia mudando nós mesmos ao invés de mudar esse “laço” que nos liga para satisfazer nossas necessidades?
A humanidade tem mania de colocar a culpa sempre no outro, mas na verdade muitos problemas estão na própria humanidade.
Nós não temos só problemas econômicos – que são causadas por nós mesmos, temos também problemas sociais, políticos e muitos outros, de caratér menor e maior que estes. Portanto, para sair de tão grande crise geral da humanidade, é muito melhor resolver o problema em si, não dar um “jeitinho”, fazer uma “gambiarra”.
Para resolvermos nossos problemas devemos:
– saber como identifica-los;
– identifica-los;
– saber como trata-los;
– trata-los.
Essa é uma maneira sábia para se resolver qualquer coisa. Como diz o ditado, não devemos “por os carros à frente dos bois” e seria isso que faríamos se não seguíssemos esse esquema.
Você pode estar se perguntando como nos mudar transformaria a economia. É simples. Voltando à definição de economia do FEA, “[a economia] estuda as formas de comportamento humano resultantes da relação entre as necessidades dos homens e os recursos disponíveis para satisfazê-las.” Devemos mudar nossas “necessidades” e/ou os recursos para mudar a economia. Por exemplo: se mudarmos nossas necessidades para apenas necessidades reais, deixando de ver celular novo e carro novo como necessidades, certamente mudaremos pelo menos um pouco a economia. E se mudássemos a matéria-prima dos celulares para algo mais saudável ao ambiente, também mudaríamos um pouco a economia. E assim, de pouco a pouco, a economia seria completamente diferente.

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